Geral – 19/05/2012 – 19:05
A reportagem da Rádio Caçula apurou no caso que envolveu um veículo da emissora estacionado na frente do prédio da Câmara Municipal no último dia 15.05.2012, que Bruno Axelson não é funcionário da Câmara Municipal, mas sim, que possui contrato de assessoria através de uma empresa de sua propriedade, não ficando ainda claro o motivo da sua intenção em promover um levante contra a emissora usando o Facebook ao invés de solicitar informações informalmente, por telefone ou enviar um pedido formal para esclarecerimentos sobre o fato do estacionamento do veículo Fiat Uno na rua Sunao Miura, se é que era essa a sua preocupação.
Axelson ao focar o veículo da emissora, deixou de fotografar e identificar as duas motos que estavam estacionadas na vaga de Deficientes e o carro modelo Corolla da Câmara Municipal que estavam ao lado, estacionado na vaga de Deficiente, e deixar de postar na web ou fazer qualquer comentário usando o mesmo critério utilizado no veiculo da emissora, já que se supõe que a sua intenção era mostrar veículos estacionados em vagas especiais.
O que a emissora tenta descobrir é o motivo pelo qual a lente do seu celular enxergou somente o carro da Rádio Caçula.
Até o presente momento, Axelson não deixa claro, nem mesmo na rede social (facebook), porque não fotografou o Corolla da Câmara Municipal indevidamente estacionado na vaga de Deficientes. Talvez isso espelhe a sua razão oculta ou temor, refletida em parte dos seus seguidores na web que declinaram nos seus comentários tais como: “Os coronéis (vereadores) vão pedir a sua demissão, o Axelson pode perder o seu emprego” e outros comentários do gênero. Neste caso do veículo da Câmara ele foi imparcial e não utilizou a mesma saga no caso da emissora, já que com o veiculo da Câmara, é melhor fingir que não viu o veículo e as motos ao lado do que perder o emprego.
Leia abaixo um dos comentários postados na rede social e reproduzido na íntegra:
Alexandre Longarini – quero aqui, deixar minha indignação quanto a uma possível demissão na cidade de Três Lagoas de um colega de jornalismo. Tudo isso pq o mesmo postou uma foto de um carro da Radio Caçula da mesma cidade onde se encontra na vaga dos idosos. Hoje a mesma rádio citou por diversas vezes o nome deste colega em seu jornal e, segundo informações está pedindo a cabeça do mesmo, ele trabalha na Câmara municipal da cidade. A rádio alega que quem estava dirigindo um carro era um senhor que mais de 60 anos, só que segundo informações era seu filho quem dirigia o veículo. Consta também que a mesma rádio tem a fama de não poder criticada e por isso não soube reagir a esta reportagem o que é inadmissível para um veículo de comunicãção que não tem o poder sempre da verdade. Se o mesmo for demitido por pessão política, estará claro o coronelismo vindo desta rádio que tem por obrigação, já que é uma concessão pública, de dar o exemplo. Fica aqui minha solidariedade, esperando que isso naõ acontece. Tamo junto Bruno Axelson.
O medo de perder o emprego é um fato novo que aflorou agora e só foi constatado nos comentarios na rede social onde Axeslon participa ativamente. A quem interessaria dizer ou conduzir pessoas que ele poderia perder o emprego criando um fato novo para desviar o foco do erro do carro ? Essa seria uma questão orquestrada entre eles? O desemprego não é o fato em questão. Ou estão tentando desviar o foco do fato gerador da polêmica que não tem nada a ver com demissão
Após a repercussão do episódio no facebook, Bruno em uma das suas postagens muda a estratégia do seu ataque convidando seus seguidores para usar o twitter escrevendo: ” só posso dizer uma coisa SIGAM-ME no twitter @BrunoAxelson” (reprodução da frase na íntegra).
Um fato que faz uma semelhança é registrado na história que diz:
Bate-boca no Parlamento inglês. Aconteceu num dos discursos de Churchill em que estava uma deputada oposicionista, que pediu um aparte. Todos sabiam que Churchill não gostava que interrompessem os seus discursos. Mas foi dada a palavra à deputada e ela disse em alto e bom tom:
-“Sr. Ministro, se V. Exa. fosse o meu marido, colocava veneno em seu café!”
Churchill, com muita calma, tirou os óculos e, naquele silêncio em que todos estavam aguardando a resposta, exclamou:
-“Se eu fosse o seu marido, eu tomava esse café!”
Leia mais:
Quando o tiro sai pela culatra …
https://www.radiocacula.com.br/?pag=ver_not&idNot=138567
Fonte: Da redação


