37 C
Três Lagoas
segunda-feira, 21 de setembro, 2026

Auxílio emergencial deve voltar em março e por até 4 meses, diz Bolsonaro

O presidente da República, Jair Bolsonaro, afirmou nesta quinta-feira, 11, que uma nova rodada do auxílio emergencial deve ser paga a partir de março e por um período de até quatro meses

11/02/2021 15h19
Por: Gabrielle Borges

O chefe do Executivo afirmou que essa é a alternativa discutida atualmente entre o Executivo e o Congresso. Ele disse, contudo, que não sabe qual seria o valor do benefício.

O presidente não deu detalhes de quantas pessoas vão ser contempladas com essa nova rodada do auxílio.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, já disse que a ideia é atender à metade dos 64 milhões de beneficiários que receberam no ano passado. Nem o presidente nem o ministro disseram como vão ser os critérios de seleção.

Mais cedo, durante evento de entrega de títulos de propriedade rural, Bolsonaro já havia sinalizado que o governo estuda conceder novas parcelas do auxílio emergencial “por alguns meses”.

Em janeiro, o presidente disse que a retomada do auxílio “quebraria” o Brasil. Agora, contudo, ele diz que vai ter uma nova rodada, mas que a retomada do benefício “representa um endividamento muito grande do nosso País”.

Na conversa com jornalistas após a cerimônia, repetiu que o auxílio custa “caro” para o País. “Eterno é aposentadoria, o BPC (Benefício de Prestação Continuada), tá? E é uma questão emergencial, porque custa caro para o Brasil”, disse.

Bolsonaro reforçou sua defesa pela retomada das atividades normais do comércio, sem restrições por conta da pandemia da covid-19.

Nesta quinta-feira, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), cobrou o ministro da Economia, Paulo Guedes, por uma nova rodada do auxílio emergencial com “uma alternativa viável” para o benefício ser concedido.

Como mostrou o jornal O Estado de S. Paulo, Guedes aceita mais três parcelas de R$ 200, mas condiciona a aprovação de uma nova rodada à aprovação de medidas de ajuste fiscal, como cortes de gastos com servidores, e uma base jurídica (que poderia ser uma cláusula de calamidade ou uma nova versão da PEC do orçamento de guerra para permitir ao governo ampliar os gastos fora de amarras fiscais).

Presidente, Jair Bolsonaro. (Foto: Reprodução/ YouTube, Foco do Brasil)

Deu na Rádio Caçula? Fique sabendo na hora!
Siga nos no Google Notícias (clique aqui).
Quer falar com a gente? Estamos no Whatsapp (clique aqui) também.

Veja também

Gestão florestal da Arauco conecta eficiência produtiva e responsabilidade socioambiental

Companhia protege mais de 84 mil hectares de vegetação nativa no Brasil, une bioinsumos a tecnologia de ponta e rastreabilidade na cadeia produtiva

7ª edição do Open Nacional de Karatê ‘Beatriz Thihara’ reúne quase mil atletas

O evento confirmou a expectativa de ser um dos maiores encontros de artes marciais do Estado Três Lagoas recebeu, neste domingo (20), a 7ª edição...

Prefeitura convida população para prestigiar audiências públicas realizadas pela SEFAZ

O evento é uma oportunidade de esclarecer quaisquer dúvidas sobre as informações da execução orçamentária A Prefeitura de Três Lagoas, por meio da Secretaria Municipal...
error: Conteúdo Protegido