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Dia Nacional de Prevenção à Hipertensão: doença atinge 60% dos idosos

Pressão alta é fator de risco para pacientes com covid-19

26/04/2020 09h58
Por: Patrícia Fernandes com informações da Agência Brasil

BRASIL (BR) – A Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (SOCESP) faz um alerta no Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão, lembrado hoje, 26 de abril, e ressalta os cuidados essenciais, principalmente agora, por conta da pandemia do novo coronavírus.

“Durante a pandemia de coronavírus, os hipertensos merecem uma atenção especial. Eles devem tanto evitar o contágio pelo vírus, medida baseada principalmente no isolamento social, como manter os cuidados habituais para o controle da pressão arterial. E aqui me refiro ao uso regular de medicamentos, dieta equilibrada e prática de exercícios”, ressalta o assessor Científico da SOCESP, Flávio Borelli.

É recomendada a população que já sofre de hipertensão, uma alimentação mais balanceada, especialmente sobre o consumo do sal, que tem um papel crucial. Sendo recomendado até cinco gramas de sal por dia, esse é o limite máximo para consumo e fora que ele também se encontra em boa parte dos alimentos processado, como as massas e os temperos industrializados.

Ele é facilmente encontrado na mesa dos brasileiros, mas, além do sal, os fatores que determinam o risco da pressão arterial, é o excesso de peso, a obesidade, a ingestão de álcool, sedentarismo e os fatores socioeconômicos e genéticos.

A hipertensão é um dos principais fatores de risco para as doenças do coração, segundo as informações, hoje são cerca de 36 milhões de adultos que tem pressão alta, já na parte dos idosos, cerca de 60% tem hipertensão, direta ou indiretamente, por metade das mortes das doenças cardiovasculares, que são cerca de 200 mil óbitos todos os anos.

Infelizmente a hipertensão, quando não tratada pode influenciar em morte súbita, acidente vascular cerebral (derrame), infarto agudo do miocárdio, insuficiência cardíaca, doença arterial periférica, doença renal crônica, e já nos casos da junção da hipertensão com a Covid-19, a pessoa ter ainda mais complicações e claro, dispondo de uma maior taxa de mortalidade.

Infelizmente a hipertensão, quando não tratada pode influenciar em morte súbita, acidente vascular cerebral (derrame), infarto agudo do miocárdio, insuficiência cardíaca, doença arterial periférica, doença renal crônica, e já nos casos da junção da hipertensão com a Covid-19, a pessoa ter ainda mais complicações e claro, dispondo de uma maior taxa de mortalidade.

Nas últimas décadas, houve uma queda na incidência da hipertensão no Brasil, passando de 36,1% para 31% da população adulta.

“Se todos os brasileiros controlassem sua pressão arterial, certamente teríamos um salto significativo na redução de motes por doenças cardiovasculares, podendo reduzir a 25% dos óbitos até 2025, diz Ferreira.

Dia Nacional de Prevenção à Hipertensão: doença atinge 60% dos idosos. Foto: Agência Brasil / Marcelo Camargo

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