05/12/2017 13h01

Prova escolar guardada em mochila leva SIG a identificar grupo que cometia furtos em Três Lagoas

Mochila foi esquecida por bandidos durante furto ocorrido na madrugada de segunda-feira (4)

 
Por: Ana Carolina Kozara
 
 

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Uma prova escolar foi a pista que levou os policiais do Setor de Investigações Gerais (SIG) a identificar três jovens responsáveis por realizar pelo menos seis furtos no comércio de Três Lagoas. Dois jovens foram presos na manhã desta terça-feira (5) e um adolescente está sendo procurado pela polícia.

Conforme foi apurado pela Polícia Civil, o grupo tentou furtar uma loja agropecuária, localizada na Rua João Silva, na madrugada de ontem (4). Durante o furto, o alarme do estabelecimento soou e assustados, o trio fugiu do local, deixando para trás uma mochila, onde o dinheiro seria guardado. Dentro da bolsa, havia uma prova escolar guardada, nela havia o nome de um adolescente de 16 anos.

Os investigadores foram até o colégio, localizado no bairro Santa Terezinha, e em contato com o adolescente, este disse aos policiais que a mochila era do seu irmão e que ele tinha usado a bolsa alguns dias antes.

O irmão do adolescente, um jovem de 18 anos, foi localizado em uma residência no bairro Vila Verde. O acusado estava acompanhado de seu comparsa, também de 18 anos. A dupla confessou o crime e afirmaram que o adolescente também participava dos furtos.

 
Adolescente foragido Adolescente foragido

Até o momento a policia identificou seis alvos dos bandidos e acredita que possa haver outras vítimas. Informações podem ser passadas ao SIG através do telefone (67) 3929-1173.

Conforme investigação da Polícia, o grupo estava se especializando no arrombamento de cofres, tendo inclusive, durante uma das ações, transportado um cofre de 200 kg na garupa de uma motocicleta.

Ação dos bandidos

Depois de escolherem suas vítimas, os bandidos passavam alguns dias frequentando o estabelecimento. Lá eles verificavam o posicionamento das câmeras de segurança, no momento da invasão estas eram trocadas de lugar e a ação do grupo não era registrada, dificultando o trabalho de identificação da polícia.

 

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