POLÍTICA

Governador afirma que irá mudar equipe e corrigir erros

Azambuja disse que além da saúde, segurança é prioridade

 
 

06/11/2018 10h10
Por: Deyvid Santos

 
 

Durante agenda em Corumbá, o governador do Estado, Reinaldo Azambuja (PSDB) reforçou que fará mudanças em sua nova gestão. "Novo governo em 1º de janeiro e vamos corrigir erros que cometemos", adiantou ele. Azambuja justificou as mudanças declarando que a sociedade muda o perfil. "Em 2014 quando disputamos, disparado, era a saúde o maior problema e segurança pública já está em segundo lugar. As demandas mudam e o governo tem que mudar para atender as prioridades da população", analisou ele.

O governador lembrou também de sua trajetória política em que ele foi prefeito de Maracaju e também da atuação na Assembleia Legislativa como deputado estadual. "Passei pelo crivo do Executivo e também do Legislativo e exercer governo na crise faz você adquirir experiência, mas a crise impede de tomar algumas atitudes", disse Azambuja.

Uma das prioridades que o governador adiantou é em relação aos investimentos na área da saúde e no fortalecimento da atenção básica.

O governador declarou que pretende continuar com escolhas técnicas, e sobre acomodar todos os aliados no ninho tucano, o líder do Executivo estadual disse que nunca partidarizou o governo. "Vamos pegar propostas dessas bancadas de outros partidos (que apoiaram o governador) e vamos analisar. Não precisa barganhar cargo, isso deve ser escolhido com competência", reforçou, anteriormente.

Outra proposta que, segundo Azambuja, será adotada logo em janeiro, é o incentivo fiscal para empresários que contratarem jovem e mulheres vítimas de violência doméstica. "Eles terão tratamento especial no nosso governo".

Sobre as propostas defendidas pelo presidente da República eleito, Jair Messias Bolsonaro (PSL), em que ele defende o corte de privilégios, Azambuja disse que também compactua com a linha de pensamento de Bolsonaro. "Não é tirar direitos e sim cortar privilégios. Direitos adquirido não se tira. Precisamos diminuir grandes salários", adiantou o líder do Executivo estadual. Azambuja citou proventos que ultrapassam a R$ 30 mil por mês. "Vamos também fazer reformas, diminuir ministérios", reforçou ele.

Uma das reformas que tem sido defendida por Bolsonaro é sobre a diminuição do número de partidos e transformar o voto obrigatório em facultativo. "Sou a favor também e defendo o voto distrital misto que aproxima o eleitor do candidato", afirmou.

Informações do site Correio do Estado

Envie seu Comentário

Envie seu Comentário